Segurança da faculdade – Contos

Me chamo Henrique, sou professor universitário, trabalho em várias instituições na região onde moro (sul da Bahia

Em uma dessas instituições havia um segurança, chamado Pedro, alto, branco, pernas grossas e lisas (belas coxas por sinal), de grande porte e grosseiro de ser.

Toda vez que eu entrava na faculdade torcia para encontrá-lo de plantão, algo não muito fácil de acontecer, pois nessa instituição eu trabalhava esporadicamente.

Todas as vezes que eu o encontrava tentava puxar assunto, mas não conseguia, meu medo e timidez não deixavam. Mas algo me dizia: “tenta que rola”. Bom, o máximo que consegui foi: “Boa noite professor”, sem nem um sorriso, jogo duro!!

Em um outro dia, eu fui ao banheiro dos colaboradores entrei em um dos boxes, fiz o que tinha que fazer. Ao sair do boxe dei de frente com o dito segurança. Paramos um literalmente a frente do outro, ficamos parados por menos de um segundo. Fiquei sem, ação jeito, e quase morri com aquilo tudo a minha frente. Pensei horrores… Em como deveria segurar aquele volume da calça… Como seria ele em mim naquele boxe… Em qual posição começaríamos… Mas, como disse em segundos, ele disse:

“- Desculpa professor. Pode passar!”

Ficou na minha cara a decepção. Não consegui disfarçar. Ele percebeu!!!! E ainda perguntou se eu estava bem? Se ele soubesse!!!!

Enfim, disse que estava bem. E que estava atrasado para a aula.

Mas antes de sair do banheiro ele me perguntou que horas eram. Respondi.

E ele disse: “- Que bom, daqui a pouco preciso baixar o ponteiro do relógio.”

Perguntei; ” – O que!?”

Ele acabou me dizendo que era uma brincadeira dos seguranças da faculdade. Baixar o ponteiro significa “deixar de está alerta…. relaxar”.  Gíria usada ao fim do turno.

Bom, naquela mesma noite, tentando adiantar a tabela de notas semestrais, que já se encontrava bastante atrasada, a acabei ficando na faculdade para corrigir as provas e trabalhos, bem como lançar as notas posteriormente, que por sinal tinham que ser lançadas naquela noite.

Fui para a biblioteca, local mais iluminado e tranquilo, após o fim do turno da noite.

Eram mais ou menos meia noite, quando percebi que alguém entrou na biblioteca. Bateu um enorme medo.

Não tive coragem de falar nada. Fui caminhando até a entrada, mas não vi ninguém.

Fiquei em silencio, até que lembrei do Pedro, perguntei, morrendo de medo: “- Pedro, é você!?”

Nada… nada… até que escuto atras de mim: “- Sim, sou eu!! 

Não aguentei, soltei um: “- Porra que susto”.

O desgraçado riu cinicamente na minha frente.

Ele pediu desculpas, e disse que sabia que eu estava ali, e que precisava baixar o ponteiro, e que não queria fazer isso sozinho.

Minha raiva foi tanta que nem consegui pensar no que havia dito. Só queria sai dali.

Peguei minhas coisa e fui para a saída da biblioteca, quando ele passa a minha frente e segura a porta, dizendo que ele precisava de ajuda para baixar o ponteiro.

Sem paciência, acabei gritando: “- Que porra de ponteiro!!!???”

E ele calmamente disse: “- Esse!” Pense!!!!! Isso mesmo. Esse ponteiro. Grande, peludinho, branco e rosado.

Soltei tudo no chão e fui escorregando encostado na porta que acabara de ser trancada por ele.

Gente… desci até o chão espantado com aquela cena, parando na altura daquilo. Que obra, que rola!!

Ele segurou minha cabeça e disse: “- Baixa para mim”.

Nem respondi. Quando percebi já estava babando naquele cacete, lambendo tudo, de cima a baixo. fiquei horas assim. Até que de repente, ouvimos barulhos de pegadas. Corremos para uma sala pequena na biblioteca e e fechamos a porta. Eu acabei ficando na frente dele.

Vimos quando o outro vigia abriu a porta com sua chave, e entrou para fazer sua ronda.

Pedro não esperou, encostou em mim e foi penetrando bem devagar. Não sei como consegui segurar aquele gemido. Começou a penetrar sem parar. Era grande, enorme, 24 centímetros, no mínimo. Eu, como minha pouca experiência nunca tinha visto, sem falar que era grossa.

O Vigia ficou na sala por uns  15 minutos. Nesse meio tempo Pedro já estava aumentando as socadas. cada vez mais forte e prazerosa. Não tinha espaço pra isso no quartinho. E eu não conseguia mais segurar os gemidos, mesmo com a mão dele segurando minha boca.

Não deu outra, a porta abriu, caímos, eu gemi forte e alto. Pedro gozou feito um cachorro no cio. Estávamos suados, ofegantes… quando de repente os dois olhamos para cima e vimos o outro segurança.

Pedro olhou para o colega de profissão e disse: “- Sua vez mano!!!”

Ahhh…

Fim! 

Gostou? Deixe o seu comentário para o nosso autor Cara Modesto, Bahia!

Espero que gostem

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *