Peguei o namorado da minha amiga – Contos

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No final de 2014, eu e uns amigos, a maioria deles de infância, combinamos que no carnaval do ano seguinte iríamos nos hospedar em uma casa à beira mar, mais especificamente, de frente para praia, porque já fazia algum tempo que não nos encontrávamos, então seria uma excelente oportunidade para nos encontrarmos. Grande parte já tinha mais de 18 anos, por isso a intenção era aproveitar muito mais por estarmos sem pressão e sem pais por perto.

Fevereiro finalmente chegou e um dia antes de viajarmos, tive que ficar na casa de uma das minhas amigas porque não morava perto da maioria do pessoal e também tínhamos que sair cedo para o litoral. Chegamos a noite e fui recebido no portão por um cara lindo, alto, moreno, porte físico bem definido e umas coxas e pernas bem avantajadas. Esse moço era o Caio, o novo namorado de uma das minhas amigas. Não conhecia-o pessoalmente, apenas por foto, por isso me espantei pelo fato dele ser ainda mais lindo e gostoso, principalmente se levarmos em conta aquela bunda durinha e empinadinha.

Ficamos (eu, ele e a Karla, a tal amiga) conversando a noite inteira na varanda da sua casa. Percebi algumas olhadas dele pra mim, mas como achei que estava vendo coisas de mais e sonhando alto, não dei muita bola para aquelas supostas investidas, até porque, minha amiga estava ali e não queria levantar qualquer dúvida quanto a minha sexualidade. Na manhã seguinte, a maioria da turma já tinha chegado para finalmente viajarmos.

Chegamos na casa de praia pela tarde e todos decidiram descer e dar um mergulho na piscina. Enquanto ajeitava minhas roupas no quarto, conseguia ouvir o barulho das pessoas que estavam lá fora, então resolvi acelerar para conseguir descer, o quanto antes, para a piscina e encontrar meus amigos. Porém, enquanto descia as escadas, consegui avistar uma pessoa familiar na cozinha preparando alguma coisa. Era o Caio. Acreditam?

“– Alex?”

“– Fala aí, Caio.” – respondi meio assustado. Enquanto me aproximava dele percebi que ele estava só de sunga e vestindo uma regata, visão que me fez ir ao céu e voltar naquele momento, principalmente pelo imenso volume que fazia na parte da frente de sua sunga.

“– Cara me ajuda aqui por favor, preciso levar essas coisas lá pra fora.”

“– Tá fraco assim?” – demos uma risada.

“– Pô, dá pra ver que tá pesado aqui vai.”

“– Tô brincando cara.” – rimos de novo e saímos carregando as coisas até onde estava o pessoal.

Sentado junto com meus amigos, fiquei a tarde toda aproveitando aquela piscina, as conversas e as bebidas. De longe admirava o Caio, sem ninguém perceber é claro, que não se fazia de difícil e sempre devolvia as olhadas que eu dava, não podia ser coisa da minha cabeça aquilo, né? Porém mais uma vez, fiquei na minha para não levantar suspeita. Com a chegada da noite, a maioria do pessoal combinou de ir em uma festa que iria rolar perto de onde estávamos, mas eu preferir ficar em casa mesmo, pois não estava sóbrio o suficiente para sair e o sono me consumia. Fui dormir. No meio da madrugada, umas 05h mais ou menos, acordei com uma vontade louca de ir ao banheiro e saí correndo para o primeiro que encontrei na minha frente. Decide também tomar logo um banho, pois era quase de manhã e queria estar pronto para a praia. No meio do banho, alguém abriu a porta do banheiro…

“– Pô cara foi mal.”

“– Caio?” – perguntei e virei de costas, no susto.

“– Nem vi que tinha alguém Alex, foi mal de novo.” – ele foi falando e saindo.

“– Você quer mijar?” – perguntei.

“– Tô apertado pra caralho mesmo cara.”

“– Faz ai então cara, tô aqui de costas, relaxa.” – falei com intenção para ele ver que eu estava ali pelado com a bunda virada pra ele.

“– Cara terminou ai?” – perguntei sabendo que ele já tinha terminado mesmo.

“– Passa a toalha que tá ai atrás da porta, por favor!” – Virei a cabeça olhando pra ele que vinha na minha direção já me entregando a toalha.

“– Aqui.” – ele fez questão de abrir o box e me entregar.

Continuei de costas tentando esconder meu pau, que por sinal já estava bem duro, com uma mão e com a outra tentando pegar a toalha que ele segurava. Quando peguei, ele jogou-a no chão.

“– Agora vai ter que baixar pra pegar.” – ele falou me olhando fixamente e com uma cara de safado.

“– Você tá louco?” – perguntei com ar de bravo (tinha que me fazer de vítima)

“– Vai pegar ou não?” – continuou ele com ironia. Olhei para o volume que vinha se formando na bermuda dele e fui me virando pra ele poder me ver de pau duro também.

“– Quer que pegue também no seu…” Ele não me deixou terminar de falar e já veio entrando no box segurando minha mãos, me empurrando na parede e levantando meus braços, começou a me beijar intensamente e loucamente. Ficamos nos beijando com os corpos colados um no outro. Quando consegui me soltar, fui baixando minhas mãos abrindo a bermuda dele e agarrando no seu pau grosso, branquinho da cabeça rosa que já estava duro igual uma rocha. Comecei a punhetar e ele fazia o mesmo em mim enquanto ainda nos beijávamos, podia sentir sua boca tremer junto a minha. Fiz ele virar e ficar encostado na parede dessa vez.

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“– Não aguentava mais só olhar pra vocês, seu gostoso.” – falou ele baixinho.

“– Eu que não aguentava mais.”  – Prendi ele na parede com meu corpo, nossos paus roçavam um no outro deliciosamente, enquanto um procurava o ponto fraco do outro com as mãos e com a língua. Fui descendo beijando seu corpo, passando pelo seu pescoço, depois pelo peitoral e abdômen durinho e lisinho. Fiquei de frente para ele de joelhos no chão, agarrando seu pau que também era todo depilado e comecei a passar a língua da base até a cabeça bem devagar, fazendo ele gemer. Fui descendo a boca até chegar nas suas bolas.

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Com uma mão só punhetava ele e com a outra batia uma punheta frenética em mim mesmo. Olhei pra cima e vi seus olhos fechados e mordendo os lábios, foi minha deixa para chupar só a cabeça do pau dele bem devagar e depois a chupar ele todo com vontade, ia até o final e voltava. Quando percebeu que conseguia engolir todos aqueles 19 cm, forçava minha cabeça com as mãos e passou a foder minha cara com intensidade. Depois ele puxou meu cabelo de leve me fazendo ficar de pé novamente, voltamos a nos beijar e ficamos serrando um ao outro.

Depois disso, ele me empurrou, só que agora me fazendo ficar de frente para o vidro do box e de costas para ele. Começou a beijar e morder meu pescoço e foi baixando até ficar de joelhos no chão e passou a fazer um cunete glorioso enquanto me punhetava com força também. A cada vez que aquela língua entrava no meu cu e me arrepiava inteiro. Pedi para que ele parasse para que eu não gozasse naquele momento, pois ele me virou de frente e começou a chupar meu pau bem gostoso. Ele não apuro e acabei não aguentando, me fazendo gozar dentro da boca dele.

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“– Que leite gostoso.” – falou ele engolindo toda a gala. Segurando minhas mãos me fez baixar e ficar de quatro, depois começou a bater seu pauzão na minha bunda e forçava pra enfiar no meu cu. Sem camisinha ou lubrificante, juntamos nossa saliva passando na entrada no meu cu. Com dois dedos dentro do meu cu ele massageava por dento e por fora me fazendo gemer, depois passou mais saliva e começou a enfiar devagarzinho o pau. Foi enfiando, enfiando, enfiando até entrar tudo. Comecei a mexer minha bunda, avisando que estava confortável, então ele começou a socar bem lento seu pau fazendo movimentos de vai e vem.

Foi aumentando o ritmo e enfiou o pau todo lá dentro e ficou parado. Olhei para trás e ele ia com a mão atrás da nuca e fechava os olhos enquanto eu fazia sozinho os movimentos. Rebolava e contraia meu cu no vai e vem. Ele desceu as mãos agarrando minha cintura e começou a socar com força, enfiava cada vez mais forte e intensamente. Baixei mais o meu tronco ficando com a bunda bem empinada, ele dava alguns tapinhas nela e eu sentia cada centímetro daquele pau dentro de mim. Ele me fodia rápido, fazendo com que eu sentisse seu pau latejar quando ele enfiou tudo e gozou lá dentro.

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As primeiras luzes da manhã entravam no banheiro enquanto levantávamos do chão. Tomamos um banho rápido. Quando ele acabou, foi saindo do banheiro e me olhando com um sorriso safado estampado do rosto.

“– Esse é um segredo só nosso viu, meu gostoso.” – falou ele fechando a porta e me olhando.

“– Só nosso meu safado.” – sorri e devolvi a piscada de olho que ele me deu ao sair.

Ainda na casa de praia, em uma das nossas conversas na madrugada, ele me confessou que estava com a minha amiga só por conta da família e que, na verdade, ele era gay e já tinha ficado com outros caras. Fiquei um pouco com peso na consciência por conta da Karla, mas ele me fez esquecer disso. E com a minha saúde ficou tudo bem também, pois mesmo transando sem camisinha, fiz os exames posteriormente.

Ainda ficamos outras três vezes depois que eles terminaram o namoro, pois “se assumiu” para ela e para a família também. Ainda mantemos um pouco de contato hoje em dia, mas nada além da amizade. Ah! E o nosso segredo ainda está muito bem guardado viu?!

FIM

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