Pegação no vestiário do Clube, Eu e o Arthur – Real

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Há alguns anos (acredito que em 2014) conheci o Arthur num churrasco de amigos que tínhamos em comum num clube aqui da minha cidade, Salto, interior de São Paulo.  Foi a primeira vez que o vi e acabei ficando por lá o tempo todo, sempre que possível secando ele. Arthur faz meu tipo, estatura baixa, ombros largos da academia, pernas musculosas, braços fortes, barriguinha seca, poucos pelos no peitoral que fazem um caminho bonito até o inicio do púbis. A barba rala deixa em evidência a entrada no queixo, que sempre foi algo que me excitou muito nos homens. Até o churras eu nunca havia o visto, ele tinha 20 anos e graças a Deus tínhamos amigos em comum.
Esse primeiro encontro foi marcado pela troca de olhares. Arthur sempre que passava por perto, me olhava e sorria. Depois de algumas horas estávamos na mesma roda de conversa e eu pude observar ele comentando casos, com sua voz grossa e um leve sotaque do interior. Assim como eu, Arthur não largava o copo de cerveja e sempre que vinha pegar mais uma gelada, tinha que passar por mim e claro, nós trocávamos sorrisos.
Eu pensava o porquê ele sorria tanto – poderia estar apenas bêbado ou apenas sendo educado com as novas pessoas que conheceu.  Eu sei que algumas pessoas do meu círculo de amigos sabem que eu saio tanto com homens quanto com mulheres, caiu na área é pênalti, não é mesmo? Será que o Arthur sabia disso e estava me provocando? Ou será que ele tirar sarro da minha cara como já fizera antes? A dúvida me deixava em pânico e resolvi não tomar iniciativas.
Ao final do churrasco, Arthur engatou na pegação com uma amiga da turma e lembro de ter ficado de pau duraço assistindo a cena. Eu já estava bêbado e já olhava de forma descarada. Havia terminado meu namoro de quatro anos com uma mina e tava na seca!
Nunca fui o tipo “galã”, em 2014 eu estava com meus 26 anos, sempre fui magro, cabelos curtos, barba aparada. Habitualmente estou em meu traje de rock: jeans e camiseta preta. Some ao traje meu copo de cerveja e você já me conhece, o Fernando. É verdade que o consumo regular de cerveja me deu de presente uma “barriguinha”, por isso me animava bastante a ideia do Arthur me encarando o tempo todo no churrasco da turma.
A festa acabou juntamente com o ano de 2014. Neste tempo que passou encontrei o Arthur algumas vezes pela cidade, em pequenas reuniões, e na piscina no clube. Os olhares eram os mesmos, o sorriso dele era constante e as vezes os assuntos dos papos eram totalmente sem sentido. Nas redes sociais ele sempre foi ausente e meu único recurso e chance de tentar algo era quando encontrava ele pessoalmente. Nestes poucos encontros, entretanto, ficava cada mais vezes mais evidente que nós dois só queríamos uma coisa: pegação, sexo e o que mais desse pra fazer.
No inicio de 2016, verão, eu estava de férias de férias e comecei a ir até o clube nadar toda as manhãs, sempre gostei de natação e ajudava a queimar a barriga da cerveja. Foi em uma  quinta-feira, dia 06 ou 07 de janeiro se não me engano, já estava quase saindo da água quando Arthur chegou. Resolvi ficar por mais algum tempo para, de longe, olhar ele desfilar entre as piscinas, sem camisa e com o peitoral todo raspado. Tomei coragem, ergui o braço e disse “Oi”.  Assim que ele caiu na água e nadou até mim:
“– E ai maluco”
“– Falaaaaa  Arthur?”
“– Esse sol tá queimando pra cacete.”
“– Veio pra água na hora certa então!”
“– Demorei, essa noite madruguei no pc…. tem vindo todo dia aqui?”
“– Tenho sim, tô de férias, até dia 20 pretendo vir.”
“– Vai bater cartão todo dia? hahahaha”
“– Aproveitando pra queimar as brejas do final de ano.”
“– hahahah certo.”
“– e outra tenho que aproveitar as férias, vc que é vagaba só estuda aí e tals.”
“– hahahaha toma no cu vai.”
Papo vai papo vem e eu precisava ir embora…e ao mesmo tempo não queria já que era tão raro esses papos a sós.
“– to de saída já! to aqui desde as 8:30!”
“– Fica aí vai  pô, acabei de chegar.”
“– Num dá mano já são 11:00 , mas amanhã to aqui de novo.”
“– blz, vacilão”
“– cola mais cedo aí amanhã?!”
“– fecho!”
“– Falows!! Vim aí cedinho, isso aqui  tava deserto, só tinha eu na água.”
“– assim que é bom, sem criançada chata pulando na água hahahaa”
“– Boas!!”
Saí da piscina já sabendo que no dia seguinte, algo bom podia realmente acontecer!!
Na sexta-feira  por volta das 8 da manhã eu já sai de casa. Além fazer meu exercício ainda poderia curtir a cia do gostoso do Arthur depois da natação. Saber que ele estaria lá deixou ainda mais motivado! Cheguei no clube, me troquei no vestiário, deixei minha mochila nos armários do fundo e cai na água.  Por volta de umas 9 horas  Arthur chega, mas para para minha tristeza tinha 2 amigos com ele. Ergueu a mão de longe, nos cumprimentamos e continuei meus exercícios. Do outro lado da piscina ele com os amigos riam, mergulhavam e aproveitavam o sol.  Eu treinava pensativo : “será que não vai rolar? “.
Terminei meu treino e fiquei de boa na água,  o calor estava forte. Vejo Arthur e seus amigos se levantarem até o vestiário, fiquei chateado.
Passados uns 10 minutos ele volta sozinho, senta novamente na beira da piscina, me encara e cai na água. Me animei e fiquei por ali.
Arthur começou a dar sinais evidentes do que queria.  Ele ia até o vestiário e voltava depois de uns  5 minutos todo molhado. Ia até o vestiário e voltava, ia e voltava.  Além de nós no clube aquela manhã, tinha apenas  algumas mães com seus filhos na piscina infantil . Fiquei atento e assim que ele se levantou mais uma vez, olhei para ele, ganhei um sorriso, e ele entrou no vestiário. Sai da piscina e fui atrás. Era agora que ia rolar algo.
Entrei no vestiário e escutei um chuveiro ligado, caminhei aos poucos olhando os boxes e vi o ultimo dos chuveiros ligados, no fundo do vestiário.  Por ser um cara tímido , eu costumo me trocar nos boxes do fundo , assim evito certas situações  e por isso minha mochila estava justamente no armário em frente aos últimos boxes.
Me aproximei do armário e comecei a mexer na mochila e pude ver de canto de olho que o Arthur estava no chuveiro. Não demorou para ele dar o primeiro passo:
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“– Acabou o treino mano?”
“– Acabei kra! To moído já.”
“– Eu to de boa hoje, só vou tomar umas geladas  perto do almoço.”
“– Assim que é bom, eu já posso tomar porque queimei uma parte agora hahahaha.”
“– hahahaha pode crê.”
silêncio…..
“– E seus amigos kra? Ficou sozinho aí?”
“– Galera deu relaxo legal”
“– Que pegou?”
“– Foram pra academia  e depois vão pra casa, querem vir pra piscina só no fim da tarde”
“– putz vai entender”
silencio…. Arthur continuava em baixo do chuveiro e eu arrumas minhas coisas da mochila em cima do banco. A troca de olhares era constante ao mesmo tempo que disfarçávamos olhar o corpo um do outro.
“– O Fer, muita gente aí na área?”
“– como assim kra? Na piscina? Só umas mães com crianças chatas e nenhuma bunda boa pra olhar.”
“– Não,  não! Aqui no vestiário, na outra parte lá, muita gente?”
“– Não, vazio.”
Meu pau começou a ficar duro na mesma hora. Eu já sabia o que vinha gora. A sunga totalmente marcada pelo meu pau, duraço. Meu coração já batia rápido, minhas pernas tremiam numa mistura de medo, tensão, tesão e cansaço do treino.
“– Cola aqui então Kra.”
O chamado de Arthur foi uma ordem e me levantei na hora do banco, deixando a mochila aberta. Entrei no chuveiro e agarrei Arthur.  Em baixo da água do chuveiro nossos corpos se esfregavam.  As mãos de Arthur passeavam por todo meu corpo e as minhas pelo dele.
Eu tinha que sentir cada pedaço dele. O corpo estava quente e nossa pele se tocava com força, nossos paus roçavam com força, ainda por baixo das roupas de banho.  Eu esfregava meu rosto no rosto dele, sentia sua barba roçar na minha, nossas bocas se encontravam e a gente se beijava.
Arthur não demorou pra puxar minha sunga pra baixo, encheu sua mão com meu pau. Segurou com força, se aproximou do meu ouvido
“– Que delicia de pau man.”
Eu já babando, surtava de tesão sentindo a mão do Arthur me pegando. Aquela punheta em baixo do chuveiro estava uma delicia. Ele alisava meu pau todo, esfregava a cabeça da minha piroca em sua barriga chapada e isso me deixava com mais tesão ainda. Puxei Arthur pra perto e pedi.
“– Chupa vai, chupa…”
Arthur nem relutou, espiou fora da cabine e se ajoelhou. Deu um sorriso lindo para mim, encarou meu pau babando e começou a mamar. Minhas pernas tremiam de tesão, meu coração acelerado de medo e prazer. Que delícia estava aquela mamada. Arthur chupava com vontade e eu já queria gozar. Entrelacei meus dedos no cabelo dele e forcei pra engolir meu pau todo. Ele engasgou, riu, me olhou
“– Não dá hahahahaha”
Arthur voltou a mamar gostoso. Realmente era difícil engolir 21 cm de pau. Não é grosso, mas meu pau sempre foi grande cheio de veias aparentes e a cabeça dele estava inchada ao extremo de tesão. Arthur, alisava meu saco raspadinho, lambia minhas bolas, voltava a chupar só a cabeça do meu pau e o tesão aumentava.
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Sussurrei .. “vou gozar”, Arthur segurou a cabeça do meu pau com a boca e punhetou rápido. Sua língua passeava pela cabeça do meu pau me dando um tesão incrível. Gozei, minhas pernas tremiam, prensei meu corpo contra a parede  e puxei a cabeça de Arthur junto.  Que tesão! Ele se abaixou no ralo, cuspiu minha porra e voltou a mamar meu pau que já começava a ficar meia bomba, exausto da ação.
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De respiração ainda ofegante, levantei Arthur e abri seu shorts de piscina, puxei sua cueca até o joelhos e pude ver pela primeira vez seu pau. Raspadinho, cabeça rosada, devia ter uns 17 cm e era mais grosso. Lembro que assim que seu pau saiu da cueca um fio de porra veio junto. Ele estava todo babado e com tesão. Segurei firme seu pau, juntei meu corpo com o dele e nos esfregamos. Arthur então sussurrou… “sua vez, chupa gostoso.”
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Ouvimos barulho no vestiário e eu quase infartei. Ficamos quietos, em baixo do chuveiro ligado. Ouvimos vozes, pessoas conversando, falando sobre qualquer bobeira e saindo em direção a piscina. A todo momento durante a pausa eu fiquei punhetando ele, minha mão deslisava fácil da rola do Arthur, toda aquela baba ajudava a deixar mais gotoso.
Assim que todos saíram do vestiário, Arthur me puxou de novo… “vai rápido, ta perigoso…preciso gozar .“
Ajoelhei logo em seguida e já engoli o pau dele. Que delicia de rola . Grossa, babando muito. Nunca tinha visto um pau tão babão.  Chupava a cabeça do seu pau com força, lambia suas bolas e voltava. Alisava sua perna musculosa, apertava sua bunda e engolia aquela rola quase a ponto de gozar.  Arthur gemia, segurava minha cabeça e forçava engolir seu pau todo. Senti seu abdome se contrair, suas pernas tremerem e ele nem avisou, abri a boca, chupei a cabeça do pau dele sem parar e ele encheu minha boca de porra. Cada chupada que eu dava ele tremia novamente de tesão. Engoli toda a porra dele. Que delicia de macho.
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Me levantei, ouvimos barulho novamente . Arthur ficou me punhetando e eu punhetando ele. Meu pau já estava duro de novo e o dele nem chegou a amolecer. O tesão era de outro mundo !
Assim que as pessoas saíram do vestiário, eu sai do boxe,  Arthur me olhava com cara de quem queria mais. Lavava seu pau e olhava pra mim o tempo todo. Aquele pau lindo, duro, grosso.
“– Que foi isso kra!”
“– hahahha curti  to indo pra piscina de novo.”
“– Blz!!”
Voltei pra aguá e depois de alguns minutos ele também voltou.  Neste dia ficamos na piscina até o meio dia, chegaram mais pessoas e voltar pro vestiário era inviável. Ficamos  de papo, tomamos umas cervejas e lembro bem da parte mais importante da conversa toda, pós pegação no vestiário:
“– rola de novo Fernando?”
“– Sim hahahaha foi loco hoje.”
“– bem loco aahaha que adrenalina man.”
“– isso deu mais tesão ainda kra.”
silencio…
“– kra….. Arthur…”
“– hahaaha lá vem.”
“– na próxima quero sua bunda mano.”
“– hahahaha”
“– isso é um sim ou um não?”
“– hahahaha num sei, vamos ver.”
“– pensa aí.”
“– teu pau é muito grande mano.”
“– vou devagar hahahaha”
“– putz!”
“– o que foi Arthur?”
“– To de pau duro com essa papo hahahaha”
“– eu também! hahahahaha”

FIM

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