Guilherme meu primo hétero – Contos

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No quarteirão de baixo onde eu morava tinha vários primos, principalmente na rua aqui de baixo. Um deles, o Guilherme, despertava muito meu interesse e chamava minha atenção sempre que o encontrava. As vezes até rolava uma punheta pra ele quando estava na minha intimidade. Entretanto, ele era só mais um dos primos que eu sentia tesão, nada de surpreendente porque eu tinha três crushs na minha sala, que eu inclusive já tinha visto o tamanho do pau por webcam, onde eu consegui tirar de um deles, com um perfil fake, uma punheta bem gostosa.

Sempre que a galera ia jogar bola ele falava umas coisas do tipo – “se eu não fizer esse gol fico só de cueca” ou “se eu não fizer esse gol dou meu cu!”. Um dia, felizmente e surpreendentemente, ele ficou mesmo só de cueca. Era uma cueca box cinza, estávamos no meio da rua por volta da 21h, o que era bastante corriqueiro e ele fazia isso na frente de todo mundo sem problema. Numa outra oportunidade, ficamos eu e ele jogando um gol a gol na quadra e eu pensei em propor pra ele: quem perder vai ter que dar pro outro. Mas não tive coragem, porque chamei ele em casa uma vez pra ver um jogo quando, na verdade, era um pornô e ele nem demonstrou nada. Eu já tinha desistido.

Natal de 20151, to no Facebook online quando ele manda:

“– Catei uns pornozão aqui!”

“– huahuah serião?”

“– Sério! Chega aí pra você ver! Só não vale manchar a parede.”

“– Tá de sacanagem, né?”

“– Não, to falando sério. Chega aí! Só não fala nada pra ninguém.”

“– huahua nem dá, mano. Meus pais tão aqui.”

“– Fala pra eles que vai no mercado ou coisa assim…”

“– Mano, é natal ta tudo fechado.”

“– Putz… verdade.”

“– Mano, vou ver o que eu faço aqui.”

Nesse momento, meus pais iriam sair para casa da minha de uma tia almoçar, mas como eu não era muito fã dessa parte da família, decidi pedir para ficar em casa. E a resposta foi afirmativa, mesmo sendo pleno Natal e meus pais serem tradicionalistas com essas datas.

“– Mano, meus pais vão sair aí eu vou aí, demorou? Questão de meia hora…”

“– Demorou! Se acha que rola alguma coisa?”

Achando que ele estava na zoeira respondi brincando…

“– Só se tiver preservativo.”

Ele deu risada e mandou…

“– Não demora muito não pq minha mãe vai chegar aqui e não vai dar.”

“– Beleza!”

Demorou uns 45 minutos pros meus pais saírem. Aí então eu fui na casa dele. Ele saiu e com o portão meio aberto, atendeu.

“– Agora nem dá mais. Minha mãe tá aqui.”

“– Então arma um filme aí pra eu ver – Falei pra ele.”

“– Já pego!”

Foi nesse momento que eu olhei pra baixo e percebi que ele estava com o pau duraço. Ele sacou que eu tinha olhado e mandou:

“– Cai de boca aqui já!”

“– Nem dá, mano!” – Respondi. Depois de responder peguei no pau dele e parecia grande.

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Estávamos quase lá, já tinha pego no pau dele. O que mais tinha a perder? Chamei ele pra ir lá em casa ele foi. No sala, ainda de roupa, peguei ele por trás. Ele achou ruim. Repensei e percebi que já tinha chegado muito longe que qualquer coisa ali. Afinal, eu era virgem então, porque não tentar alguma coisa diferente?

“– Demorou então. Pode ser só ativo, mas tem que ser no chuveiro” – disse pra ele.

Por um tempo eu vinha imaginando um foda com quatro primos meus. Sendo que três deles eu já tinha visto gozar na webcam e daria tudo por um foda com eles. E agora o Guilherme estava lá. Eu já tinha tirado o óculos e estava tirando a roupa na porta do banheiro. Ele, um pouco mais a frente, fazia o mesmo. Quando ele desceu a calça e a cueca junto, pude ver o tamanho, e fiquei impressionado. Mas por estar um pouco longe não acreditei que pudesse ser daquele tamanho. A verdade é que era bem maior que o meu e o dele estava todo depilado. Lisinho.

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Ele chegou perto e fomos pro box do banheiro. Liguei o chuveiro e fomos em frente. Passei a mão por todo o corpo dele e batia uma punheta bem devagar pra ele. Minha vontade era cair de boca no pau dele, mas eu estava inseguro demais pra isso. Ele, por sua vez queria mais e mais.

“– Deixa eu meter nesse cuzinho, deixa?”

Virei de costa pra ele e ele tentou penetrar três vezes, mas não foi bem sucedido em nenhuma delas. Eu estava bem tenso, logicamente, então estava contraindo e isso só dificultou as coisas.

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“– Senta aí! – Falei pra ele – Vou bater uma pra você!”

Ele sentou e eu fiz o mesmo. Um de frente pro outro. De modo que a agua do chuveiro caia no pau dele. Cheguei bem perto e comecei a bater pra ele com a mão direita enquanto deslizava a esquerda no corpo dele. Ele mordia o lábio e dava alguns gemidinhos. Do nada ele deu um grito forte, e quando me dei conta ele tava gozando. A gozada foi forte e espirrou até no meu corpo. Eu já tava morrendo de tesão e pedi pra ele bater uma pra mim. Ele até que bateu, mas falou que eu tinha gozado e que não ia bater mais, coisa que hétero-não-hétero.

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Saiu do banheiro, se enxugou, vestiu e foi embora, mas eu sabia que aquilo não tinha acabado ali. Porém, naquele exato momento eu só queria terminar aquela punheta, pensando em tudo aquilo que tinha acabado de acontecer. Naquela noite, repensei todas minhas inseguranças, sendo que a maior delas é que ele poderia contar isso pra alguém. Sou bissexual, mas só eu sabia disso até então.

Posteriormente, conversamos no Face e ele disse que tinha sido uma pena não ter conseguido a penetração e que estava com vontade de fazer um sessenta e nove da próxima vez. Porém, as coisas ficaram ali, não avançaram mais. Pouco tempo depois, eu estava ficando com uma garota na escola, mas acabamos brigando por bobagem pouco tempo depois e dificultado, ainda mais, minha vida no colégio porque tinha que olhar pra cara dela todas as segundas feiras em razão da aula de Biologia II.

Numa segunda-feira qualquer, acordei atrasado por ter ficado até tarde pensando na minha vida, minhas escolhas, a tal garota, o futuro e entre outras coisas. Acabei ligando para o Guilherme na intenção de pedir sua bicicleta emprestada para não perder a primeira aula.

Ele atendeu e pediu para que eu fosse até sua casa. No portão, ele me perguntou o que era e eu falei que eu realmente precisava da bike dele, mas ele desconversou e pediu para que entrasse, ou seja, me enrolou.

“– Entra aí!”

“– Pra fazer o que mano?”

“– Sei lá. Entra aí!”

Fomos até a sala e, surpreendentemente, ele começou a tirar roupa e fechar a janela. Acompanhei, é claro. Em seguida, ele sentou no sofá e abriu as pernas. Eu já sabia o que precisava fazer. Ele era lisinho e o pau arqueado pra baixo era uma delicia. Chupei bastante. Ás vezes ele ainda dava uma gemidinha e pressionava minha cabeça pra ir até a garganta. Foi uma delicia. Porém, chegou o grande momento em que ele me pediu para sentar. De vagar fui sentando naquele pau gostoso, e quando ficou bom comecei a pular e apertar a coxa dele enquanto ele gemia bem baixo na altura do meu pescoço. Eu estava num tesão fora do normal. Mas queria chupar mais. É a parte que mais gosto.

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Falei pra ele que ia chupar mais e ele sugeriu que fossemos pro chuveiro. Lá chupei mais e foi até mais gostoso porque no chuveiro ele deixou eu ir passando a mão no corpo dele, fez questão que chupasse um pouco olhando pra ele… Já fazia algum momento de sexo quando ele falou que queria gozar metendo. Fiquei numa posição parecida com a de quatro, e ele estava indo tão bem, com tanta força, que ficou ofegante…

“– Posso gozar no seu cuzinho? – Perguntou ele de repente…”

“– Pode, mas calma aí!”

Levantei e encostei de frente na parede. Pedi pra ele penetrar colar o corpo dele no meu, trancei nossos braços e aquele foi o momento mais gostoso… O corpo dele esfregando no meu, com a gozada dele. Acabou não gozando dentro e sim fora, mas me deixou todo melecado e foi um tesão. Deu uns tapas na minha bunda, saiu do box já dando uma toalha pra mim também. Me sequei e fui embora.

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Depois dessa trepada, sempre que ele queria aliviar, principalmente a noite, ele me mandava mensagem. Fizemos sexo mais vezes, mas o boquete era mais frequente até por preferência minha. Continuamos dessa forma até o inicio desse ano, quando chegamos num consenso que era melhor deixar aquilo de lado.

Ainda hoje sinto vontade de chamar ele para repetir ou até mesmo, pela última vez, visto que nossa última vez nem foi tão boa assim. Mas quem sabe um dia a gente não repita, né?

O que vocês acham que posso fazer para rolar novamente? Prometo que escreverei a segunda parte e trarei para vocês.

FIM

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