Encontrei um colega de trabalho hétero no Grindr – Contos

Envio  mais uma aventura minha nessa vida maluca!! Essa história rolou esse ano e o cara é amigo meu de trabalho! Seu nome é Marcos!

Ali pelo meio do ano de 2016 eu estava no Grindr me divertindo. App de pegação é foda, mas é uma meio que temos hoje em dia. No meu celular fica oculto, pois namoro e não posso cair na besteira de ser pego.

Papo vai e vem e depois de algumas fotos falsas trocadas na conversa, senti que as fotos que o tal Marcos me envia eram todas reais. E aos poucos comecei a conhecer seu rosto. O mundo é pequeno demais! Era o Marcos, trabalha na mesma empresa de Tecnologia que eu! Não suspeitava dele, ainda mais que na tela do computador tem uma foto dele com a esposa e os dois filhos!  Mas tudo bem, eu sempre traí minha namorada, com outras e com outros, não estou em posição de julgar ele.

Sem revelar quem eu era de verdade, continuei o papo, muito picante por sinal, só pornografia. As únicas fotos reais eram da minha rola e da minha bunda. Marcos pedia foto do meu pau todo dia!  Não é toda hora que você encontra um cara com 21 cm, pra te mandar fotos em todos os ângulos.  Já o marcos tinha um pau médio, uns 15 cm no máximo, fino, pentelhudo.  O pau dele não me atiçava, mas a bunda sim! E que bunda. Assim como eu mandava fotos do pau, ele envia fotos do cuzinho dele.

Um dia joguei um verde sobre talvez conhecer ele, e na mesma hora a conversa se encerrou. Chamei outras vezes e nada, eu estava bloqueado. Mas eu via ele no trabalho todo dia, sem ele saber quem eu era. A bunda dele era deliciosa e eu queria comer aquele lindo pai de família.

Alguns dias depois na empresa, encontrei o Marcos na sala do café, só eu e ele. Conversas comuns, falamos do tempo, da política, mas eu tomei a iniciativa e joguei a verdade logo para ele.

“– Marcão!! Cuidado por foto em app de pegação cara, deu sorte que era eu!”

Marcos baixou a cabeça, envergonhado e não me encarava mais. Ficou acabado, sem chão.

“– Era Tu Fernando!  To muito mal, muito mesmo.”

“– Fica mal não, sua sorte é que era eu.”

“– Trabalha junto … isso é sorte?”

“– Eu vivo de modo mais secreto que o Batman cara.”

“– Que arrependimento…”

“– Para com isso, tu quer ou não sentir esse pau aí dentro.”

Passei a mão na bunda dele e sai da sala do café. Marcos ficou lá ainda um tempo, Quando voltou nem olhou para mim, passou reto, com o olhar baixo. Não demorou recebi um texto dele no Whats, pedindo pelo amor de deus para não contar nada para ninguém. Eu falei para ele relaxar e fiquei na minha.

Alguns dias passaram, Marcos me tratando formalmente apenas, quando vem um convite inesperado pelo Whats “Janta lá em casa hoje, irão mais alguns amigos aqui da empresa, precisamos deixar o clima melhor, faço questão que tu vá. As 20:00” e passou o endereço junto. Respondi um OK e fui sem maiores intenções.

Fui recebido muito bem pelo Marcos e a esposa, os filhos ainda pequenos era lindos. Ali senti todo o medo dele. Era um ambiente bonito, pessoas felizes, eu jamais iria por tudo a perder, por uma foda. Mas quase colocamos!

Aos poucos as pessoas se despediram e eu fui ficando. Abre uma garrafa de vinho, abre outra e outra. Tomamos umas sete garrafas de vinho aquela noite. Eu estava embriagado e tarado. Marcos me olhava sem parar e eu disfarçava. Foi quando Marcos vira e diz: “vamos lá fora fumar um cigarro comigo?” , levantei do sofá e disse “vamos sim, depois já vou pra casa, esta tarde”.

Me despedi da esposa dele e de um dos filhos. A mais nova já estava dormindo no sofá, tinha derrubado até a mamadeira nas almofadas,  já era tarde.  Quando estávamos saindo a esposa dele disse “Amor, vou por as crianças pra dormir e tomar um banho, depois guardamos as coisas aqui da sala”.

Saímos conversando, já estávamos embriagados e o papo fluía sem os medos.  Fomos em direção do portão, estava tudo escuro a garagem da casa dele. Tinha um muro enorme com plantas que caiam. Nisso o Marcos me puxa e me beija, eu nem sabia onde estava mais.

De onde estávamos ninguém via a gente. Um beijo quente, com gosto de vinho. Senti meu pau duro nas calças, Marcos esfregava meu pau o tempo todo e abriu meu zíper.

Parou de beijar, ascendeu um cigarro, deixou queimando, falamos algumas frases e rimos como se nada tivesse acontecendo. Meu pau babava na mão dele. O cara me punhetava sem parar. Não dava para conversar ali, era só o tesão e o medo. Eu estava quase gozando, Marcos não parava de alisar a cabeça do meu pau. Baixei a calça dele, virei ele de costas.

“– Aqui não!!! aqui não…”

Foi em vão o sussurro dele, cuspi na mão e passei no cu dele com gosto. Deixei molhadinho. Meu pau já estava todo babado, nem precisei cuspir na cabeça. Enfiei de uma vez só. Marcos agarrou em uma planta do jardim, senti sua perna tremer. Deve ter doído muito na hora, 21 cm pra dentro sem pensar. Segurei sua cintura e bombei, 1, 2,3,4,5 vezes, gozei. Acho que nunca gozei tão rápido na minha vida e olha que o vinho me deixa lento pra gozar. Talvez fosse o medo de ser pego.

Ainda com o pau lá dentro  eu sentia porra escorrer na perna dele. Tirei  o pau, Marcos subiu sua calça rapidamente. Eu guardei meu pau todo melado de porra na cueca e fechei a calça. Ele pegou o cigarro, deu uns tragos, respirou fundo, soltou um riso e abriu o portão.

Eu saí, fui pra casa. Dias depois tivemos uma única conversa. Marcos me contou que eu machuquei o cuzinho dele aquele dia,mas que ele gostou pra caralho. Que a esposa viu umas manchas molhadas na parte de trás da calça e ele fingiu ter sentado em algo no sofá molhado pelas crianças.  Contou ainda que na hora do banho tinha muita porra no cu dele e ele mesmo lavou a cueca no banho para apagar as pistas.

Nunca mais fui convidado para ir lá, nunca mais comi o Marcos e nunca mais falamos a respeito de nada. Foi só, vocês já passaram por algo parecido?

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